Implante unitário
Repõe um dente perdido sem desgastar os dentes vizinhos.
Implantes dentários
Do implante de um único dente ao protocolo, a arcada completa fixa. Sou cirurgião-dentista com residência em Cirurgia Buco-Maxilo-Facial e acompanho você da avaliação à prótese.
Cirurgião-dentista · CRO/PB 6640

Para quem é
A avaliação mostra se o implante é indicado no seu caso e qual caminho seguir. Nem sempre a primeira opção é a melhor para você.
Protocolo
O protocolo é uma prótese fixa da arcada inteira, apoiada sobre implantes. Ela não sai da boca e substitui a dentadura que solta, machuca ou atrapalha na hora de comer e falar.
É um dos tratamentos que mais faço hoje. O número de implantes e o material da prótese dependem do osso disponível e do que planejamos para o seu sorriso.
Escaneamento, fotos e planejamento digital definem como os dentes devem ficar. Só depois decido onde os implantes entram.
Na maioria dos meus casos, o plano é você sair do consultório já com uma prótese provisória fixa, quando os implantes ficam estáveis na cirurgia.
Provas em resina na boca para avaliar formato, cor e conforto antes de produzir a prótese definitiva.
Tratamentos
Cada caminho depende de quantos dentes faltam, do osso disponível e do que você espera do resultado.
Repõe um dente perdido sem desgastar os dentes vizinhos.
Quando faltam dois ou mais dentes, alguns implantes podem sustentar uma ponte fixa.
Uma prótese fixa de arcada inteira apoiada em implantes, para quem perdeu todos ou quase todos os dentes de cima ou de baixo.
Em casos selecionados, o implante é colocado no mesmo dia em que o dente é retirado.
Em casos selecionados é possível sair com um dente ou uma prótese provisória fixa logo após a cirurgia, quando a estabilidade e o planejamento permitem.
Quando o osso disponível não permite posicionar o implante como foi planejado, o enxerto reconstrói a região antes ou durante a cirurgia.
Planejamento digital
Antes da cirurgia faço o escaneamento da boca, fotografias e o planejamento digital em software. Avalio a posição dos dentes, o sorriso, a mordida e o espaço disponível para a prótese.
A partir desse planejamento também posso produzir guias que uso como referência durante a cirurgia, para levar para a boca o que foi planejado no computador.
O implante precisa estar numa posição que permita construir depois uma prótese bem posicionada, funcional, estética e que você consiga higienizar ao longo dos anos.
Como funciona
O cronograma exato é definido depois da avaliação, porque depende do osso, da gengiva e da prótese planejada.
Entendo sua queixa, seu histórico de saúde, medicações, alergias e o que você espera do tratamento.
Radiografias e tomografia quando indicadas, escaneamento, fotografias e os demais registros necessários ao planejamento.
Explico alternativas, número e posição dos implantes, necessidade ou não de enxerto, provisório, materiais e etapas.
Colocação dos implantes com anestesia local e os procedimentos associados, quando indicados.
O implante passa pela osseointegração. O tempo varia conforme o caso e continua mesmo quando o paciente já recebeu um dente provisório.
Provas em resina impressa ou fresada quando necessárias, e depois a prótese definitiva, após você aprovar estética e função.
Revisões periódicas para cuidar da gengiva, do osso, da mordida, dos componentes e da prótese.
Perguntas sobre implantes
As perguntas que mais escuto no consultório sobre implante imediato, osso, protocolo e manutenção.
Em muitos casos, sim. Costumo dizer aos meus pacientes que indico o que eu faria em mim, na minha mãe ou em alguém muito próximo. Se eu puder retirar o dente e colocar o implante no mesmo momento com segurança e previsibilidade, prefiro adiantar essa etapa e evitar um segundo procedimento. Mas trabalho muito com previsibilidade: se houver qualquer dúvida de que aquele implante terá boa condição de cicatrizar e se integrar ao osso, prefiro esperar. Situações com perda importante de osso, lesões associadas ou outras condições locais podem exigir tratar e reconstruir a região primeiro. O mais importante não é colocar o implante o mais rápido possível, e sim no momento mais seguro.
Não. Implante imediato é quando retiramos o dente e já instalamos o implante no mesmo procedimento. Carga imediata é quando, além disso, conseguimos colocar um dente ou uma prótese provisória sobre aquele implante logo no início do tratamento. Nem todo implante imediato pode receber carga imediata: para colocar um provisório naquele momento eu preciso de estabilidade muito boa do implante, além de avaliar a qualidade do osso, a mordida e as forças que vão atuar sobre ele. Quando as condições estão presentes, gosto de adiantar. Se eu tiver qualquer dúvida, prefiro esperar a cicatrização.
Em muitos casos, sim. Quando o implante fica com estabilidade suficiente e as condições permitem, podemos instalar um provisório sobre o próprio implante logo no início. E mesmo quando prefiro não colocar carga sobre o implante naquele momento, isso não significa que você vai ficar sem dente: dependendo da região e do caso, podemos usar outras soluções provisórias, como um dente provisório adesivo, sem sobrecarregar o implante enquanto ele cicatriza. A ideia é sempre equilibrar as duas coisas: preservar sua estética e seu conforto sem comprometer a osseointegração.
Depende das condições do implante e do caso. Em casos bem selecionados consigo instalar o dente definitivo em poucos dias, mas para isso preciso de excelente estabilidade do implante, condições ósseas favoráveis e uma mordida que permita proteger aquele dente durante a cicatrização. É importante entender que receber o definitivo cedo não significa que o implante já terminou de se integrar ao osso, então oriento cuidados com a alimentação e com a carga nas primeiras semanas. Se eu tiver qualquer dúvida quanto à estabilidade, prefiro usar um provisório ou esperar mais tempo. Não antecipo uma etapa só para entregar mais rápido.
Não. A necessidade de enxerto depende principalmente da quantidade e da qualidade do osso na região onde o implante vai entrar, e muitos pacientes colocam implantes sem nenhum enxerto. Quando existe pouca espessura, pouca altura óssea ou alguma perda importante, podemos precisar reconstruir a região antes ou junto da colocação do implante. Procuro ser conservador: se consigo posicionar o implante corretamente, com boa estabilidade, usando o próprio osso do paciente, prefiro não acrescentar um enxerto sem necessidade. Por outro lado, quando o enxerto é realmente necessário para o implante ficar na posição adequada, prefiro reconstruir a região direito a adaptar o implante a uma situação desfavorável.
Na maioria das vezes, sim. Ter pouco osso não significa automaticamente que você não possa receber implantes. Hoje existem diferentes formas de planejar esses casos, desde aproveitar melhor o osso que já existe até realizar enxertos ou outras reconstruções quando é necessário. Como minha formação é cirúrgica, avalio esses casos com bastante cuidado, principalmente pela tomografia: quero entender quanto osso existe, onde ele está e qual posição o implante precisa ter para a futura prótese ficar bem planejada. Pouco osso muda o planejamento, mas nem sempre impede o tratamento.
Não existe rejeição do implante como existe em um transplante de órgão. O que pode acontecer, em uma pequena parcela dos casos, é o implante não se integrar ao osso como esperado, o que chamamos de falha de osseointegração. Por isso, antes da cirurgia avalio não só a tomografia e a quantidade de osso, mas também sua saúde geral, os medicamentos que você usa e outros fatores que podem interferir na cicatrização. Algumas situações merecem atenção especial, como diabetes descompensado, tabagismo, infecções e alguns medicamentos que interferem no metabolismo ósseo. E, mesmo quando ocorre uma falha, na maioria das situações conseguimos avaliar o motivo, tratar a região e planejar novamente.
Protocolo é uma prótese fixa de uma arcada inteira apoiada sobre implantes. É uma opção principalmente para quem perdeu todos os dentes ou tem dentes com prognóstico ruim e precisa reabilitar a arcada toda. No meu planejamento, começo pelo resultado final e só depois defino onde os implantes vão entrar. Na maioria dos meus casos, o planejamento é para o paciente sair do consultório já com uma prótese provisória fixa, e para isso os implantes precisam apresentar estabilidade adequada no momento da cirurgia. Se as condições biológicas não forem favoráveis para colocar carga naquele momento, não forço a situação: o paciente pode usar uma prótese provisória removível durante a cicatrização e fazemos a fixa depois. Prefiro perder a carga imediata daquele dia a perder a previsibilidade do tratamento.
Existem diferentes materiais, e a escolha não começa pelo material. Primeiro definimos como os dentes precisam ficar: posição, tamanho, formato, sorriso, mordida e relação com o seu rosto. No meu fluxo, fazemos o escaneamento e o planejamento digital e, durante as etapas, usamos resinas impressas ou fresadas para as provas. Isso permite que você veja os dentes na boca, avalie estética, formato e conforto e participe das decisões antes de produzirmos a prótese definitiva. Depois dessa aprovação, podemos partir para diferentes soluções definitivas, como cerâmica (inclusive zircônia), metalocerâmica, metaloplástica ou soluções híbridas sobre estrutura de titânio. Cada material tem características diferentes de estética, resistência, peso e manutenção, por isso não existe um material que sirva para todo mundo.
Sim. O tratamento não termina quando colocamos o dente definitivo. Todo implante precisa de acompanhamento, seja unitário, ponte ou protocolo. Uma boa higiene é indispensável: o implante não tem cárie, mas a gengiva e o osso ao redor podem inflamar e perder suporte quando há acúmulo de placa. Nas revisões avalio a gengiva, a higiene, a mordida, a prótese, os parafusos e qualquer sinal de inflamação ou sobrecarga, e quando necessário acompanho o osso por exames de imagem. Em próteses protocolo isso é ainda mais importante, porque precisamos avaliar também a higienização por baixo da prótese.
Varia de paciente para paciente. Depois que o tratamento termina, defino a frequência das revisões de acordo com o tipo de prótese, a higiene, a condição da gengiva e do osso, a mordida e os fatores de risco de cada pessoa. Em pacientes estáveis e com boa higiene, muitas vezes fazemos acompanhamento a cada seis meses. Pacientes com prótese protocolo, mais dificuldade de higienização, histórico de doença periodontal, tabagismo ou diabetes podem precisar de controles mais próximos, a cada três ou quatro meses. Essas consultas não são uma limpeza simples: avalio os tecidos ao redor dos implantes, a prótese e os componentes, para identificar qualquer alteração ainda no início.
Antes e durante a cirurgia
Vale para qualquer cirurgia que eu faça, inclusive a de implante.
Sim. Recebo com muita frequência pacientes que chegam com medo de dentista, da anestesia ou da própria cirurgia. Nesses casos eu não tenho pressa para começar: primeiro conversamos bastante, explico cada etapa, tiro todas as dúvidas e só iniciamos quando você estiver se sentindo seguro. Não começo uma cirurgia com o paciente muito nervoso e não vou insistir se você ainda não estiver confortável. Se a ansiedade for maior, em casos selecionados podemos associar sedação oral leve à anestesia local, sempre após avaliação individual. Muitas vezes o que mais ajuda é perceber, desde o início, que você não precisa aguentar nada: se algo incomodar, paramos, conversamos e só continuamos quando você estiver bem.
Meu cuidado com a dor começa antes da anestesia. Primeiro uso anestésico tópico na mucosa para diminuir a sensibilidade no local. Depois faço a aplicação do anestésico local de forma bem lenta e cuidadosa, e essa velocidade faz muita diferença no conforto. Costumo brincar que não economizo anestesia: uso anestésicos locais consagrados, sempre dentro dos limites seguros para cada paciente, e confirmo que a região está bem anestesiada antes de começar. Se você sentir dor ou algum desconforto importante, eu paro, reforço a anestesia e só sigo quando você estiver confortável.
Sim. Para pacientes muito ansiosos, em casos selecionados podemos associar sedação oral leve à anestesia local. Mas a sedação é só mais uma ferramenta dentro do cuidado com quem tem medo. Antes de pensar em sedar, converso bastante, explico o que vai acontecer e tento entender de onde vem aquele medo. Quando entendo que a ansiedade continua importante mesmo com todo esse preparo, avaliamos se a sedação oral é adequada para você, considerando sua saúde, seus medicamentos e o procedimento. Meu objetivo não é sedar para conseguir operar: é você passar pela cirurgia se sentindo seguro e no controle. Na maioria dos casos conseguimos fazer no próprio consultório, e situações que realmente pedem ambiente hospitalar são bem menos frequentes.
Depois da cirurgia
Meu cuidado com a dor não termina quando a cirurgia acaba. Penso no controle do desconforto desde antes do procedimento e faço uma prescrição individualizada, de acordo com a cirurgia, suas condições de saúde, alergias e medicamentos. Quando necessário, deixo também uma medicação de resgate, para você não precisar esperar a dor ficar forte. É normal existir algum grau de sensibilidade, inchaço ou desconforto nos primeiros dias, principalmente em cirurgias mais complexas, e meu objetivo é manter isso bem controlado. Explico como usar as medicações, deixo tudo por escrito e fico disponível caso a recuperação esteja diferente do esperado.
Depende do procedimento. Nos primeiros dias, em geral prefiro alimentos mais macios e fáceis de mastigar, evitando comida muito dura, crocante ou muito quente. Não significa viver de sorvete: é importante manter uma alimentação adequada, com líquidos, proteínas e calorias suficientes para o organismo se recuperar. Depois de implantes, principalmente quando existe provisório ou dente definitivo logo no início, estar com o dente não significa que o implante já se integrou ao osso, então oriento evitar forças excessivas na região durante a cicatrização. Depois de sisos, a alimentação vai sendo liberada aos poucos, conforme o inchaço, a abertura de boca e o conforto para mastigar. Todas as orientações ficam por escrito.
Na minha rotina, normalmente não. Pelo contrário: prefiro que você venha alimentado, mantendo seu café da manhã ou almoço antes do procedimento. Mesmo quando usamos sedação oral leve para diminuir a ansiedade, a proposta é deixar você mais tranquilo, não fazer uma sedação profunda. Antes do procedimento explico individualmente como deve ser sua alimentação e quais cuidados tomar. Não faça jejum por conta própria.
Na maioria dos casos gosto de deixar os primeiros dias para uma recuperação mais tranquila. A partir do terceiro dia, se a evolução estiver boa, normalmente já libero atividades leves e a volta gradual à rotina. Se você quiser voltar à academia, oriento começar com intensidade baixa e observar como o corpo responde: se aparecer dor, pulsação ou desconforto na região operada, é sinal para diminuir ou parar e tentar depois. Não gosto de dar o mesmo prazo para todo mundo, porque uma cirurgia simples é diferente de uma cirurgia mais extensa.
Depois do procedimento explico os cuidados com calma e entrego as orientações por escrito. Também mantenho contato disponível para dúvidas durante a recuperação. O retorno é programado de acordo com o procedimento e com a sua evolução. Não gosto da ideia de operar e simplesmente mandar o paciente para casa sem acompanhamento.
Agende sua avaliação
Na consulta examino sua boca, avalio seus exames e explico quais caminhos fazem sentido para você.